terça-feira, 16 de outubro de 2007

DUNGA E ORAÇÃO A MARIA MÃE MESTRA


O Dunga da canção nova postou ultimamente no blog dele, uma oração que veio em seu coração e estão pedindo que todos rezem juntos. Eu como fã e informante da Igreja em meu blog, coloco a vocês a mesma oração e no fim, o link para o blog do Dunga:
"

“ORAÇÃO”

NADA DO QUE POSSA ME ACONTECER

FOGE DO TEU OLHAR Ó MINHA MÃE

POIS NA CRUZ OUVISTE JESUS DIZER “EIS AÍ TEU FILHO”

SEMPRE VOU TE OUVIR QUANDO INTERCEDER

MÃE , SE EU ME PERDI , SE EU ME AFASTEI

POR TUA INTERCESSÃO FOI QUE EU VOLTEI

SÓ TU MÃE PODE IMAGINAR ONDE O FILHO ESTÁ

JAMAIS EU PUDE ME ESCONDER DO TEU OLHAR

MÃE QUE ESPERA , ACOLHE E CONDUZ

DO SEU SIM NASCEU MEU JESUS

NAZARÉ ,BELEM , CANÁ , JERUSALÉM

INTERCEDE AQUI HOJE TAMBÉM

VEM ME VISITAR , VEM ME ENSINAR

A SERVIR COM AMOR , A DIZER MEU SIM

ME ENSINA A ESPERAR , A SILENCIAR

A EM PÉ PERMANECER E A SEU FILHO OBEDECER

AMÉM!!!

FOI O QUE DEUS ME LEVOU A REZAR ESSES DIAS , CREIO QUE VAI VIRAR MUSICA , POR ENQUATO REZEM COMIGO DURANTE UM TEMPO ESSA ORAÇÃO E TESTEMUNHEM COLOCANDO SEU COMENTÁRIO , SERÁ DE MUITA AJUDA PARA MUITOS!!!"


blog do dunga

domingo, 14 de outubro de 2007

TESTEMUNHO DE FÉ DE GUILHERME DE SÁ





Sou filho de mãe solteira. E meu testemunho se baseia na história de um cara que, sempre esperou um Pai.

Me lembro até hoje, quando tinha uns 7 ou oito anos, minha mãe saía com as amigas e eu sempre perguntava: E aí mãe já me arranjou um pai? Era sempre assim que acontecia.

Morei boa parte da infância com meus avós, minha mãe trabalhava muito e acabei morando no sítio com eles. Vou contar a história do único pai que tive: Meu avô.

Seu nome era Nelson (nome que está inserido nos 3 cd`s do Rosa que participei). Trabalhava muito, ele e mais 1 irmão fundaram a Viação Limeirense, hoje riquíssima, começaram com oito peruas. O negócio prosperou bastante, tudo ia bem até que um dia, o irmão dele fez um contrato falso e levou meu avô a vender sua parte por mixaria. Com esse dinheiro meu avô comprou um bar, nesse bar ele aprendeu a beber, e beber muito. Virou alcólatra daqueles violentos. Era um amor de pessoa, mas virava outro quando bebia. Fechou o bar e foi morar no sítio, onde morei lá por um tempo. Presenciei muita coisa ruim, mas foi um grande pai para mim. Eu era o seu xodó. Interessante que, quando minha mãe apareceu grávida, ele me repudiou totalmente, mas o tempo foi passando e quando ela virava as costas pra ir trabalhar ele ia direto pro berço...

O tempo passou e minha mãe finalmente arranjou um “pai” pra mim. Casaram-se no civil e após isso me mudei para Cosmópolis, onde ele morava. No começo até que foi tranqüilo, mas tão cedo minha vida desmorou. Eu já tinha 11 anos. O garoto que morava no sítio foi pra cidade e acabou sendo literalmente o “nerd” da turma. Comecei a criar minha personalidade nesse ambiente e nesse meio começaram minhas primeiras surras. Sempre por motivos ridículos, geralmente nota baixa, se eu tirava um “D” (nota, não média) eu apanhava.

Você não tem noção do que é apanhar de um padrasto, ainda mais da forma que eu apanhava. Sempre com cinto, deitado de bruços, nas pernas e acima de 40 cintadas. Ele contava e fazia eu contar junto.Batia muito forte. Após a surra me fazia vestir um short curto e ir pra educação física marcado pra todo mundo ver.

Minha mãe tinha medo de contar pro meu avô porque a relação deles era desagradável. Com isso me distanciei do meu avô. Até que ele fez seu aniversário de numero 62, se entupiu de comer bolo e o nível de açúcar no sangue subiu muito. Foi internado, caiu na rede pública e voltou muito mal. A última lembrança que tenho dele é horrível. Ele estava na cama, com uma sonda. Minha avó subiu para a cidade para falar com um médico e me deixou encarregado de dar sopa pra ele. A casa era muito grande e as vezes eu tinha medo de ficar sozinho nela, então fui dar a sopa (com medo) dei um pouco pra ele, foi quando ele urinou (pela sonda). Eu senti medo e sem terminar a sopa, sai do quarto (ele estava consciente) e depois disso fui pra casa.

Logo após isso ele foi internado, ficou 11 dias na Unicamp e faleceu. Assim termina a história do único homem que me tratou como um verdadeiro filho. Que batalhou, foi vítima, se perdeu e no seu leito de morte chamou o irmão que nunca havia perdoado, e enfim, perdoou.

Nem entendi o i do te. dia um dos ................................................................................................que havia acontecido, eu tinha apenas 12 anos. Só comecei a entender o que meu avô significara pra mim 6 anos depois, mas essa é outra fase da minha vida.

E vida seguiu seu rumo. Aí situação em casa piorou ainda mais. O meu padrasto entre uma surra e outra inventou de me bater com galho de uma Jabuticabeira que tinha no quintal de casa. Claro que me fazia: escolher qual galho, retirar as folhas e untar com óleo. Só depois executava o que ele chamava de “ofício”. Minha mãe sempre dizia que ele via meu pai na minha figura e isso o deixava enciumado. Se ela tentasse impedir, tomava o dela também.

Todos os dias era obrigado a estudar das 13:30 às 22 horas, não importa o que houvesse, eu deveria ficar olhando pro caderno. Isso durou minha sexta série inteira.

Me tornei um adolescente totalmente tímido. Sem pai (o verdadeiro não me procurava), e sem respeito na escola. Ora, você sabe que um beijo é tudo na vida de um menino de 13, 14 anos. Sendo que quase todos meus amigos já tinham tido algo, eu ficava viajando com o seriado “Anos Incríveis”, aquilo era minha vida, eu queria ser o Kevin Arnold e o que eu mais queira era ter uma Winnie Cooper como namorada e um Paul como amigo. Mas nada disso acontecia. Os amigos que tive tinham 5 anos a menos que eu. O resto me ridicularizava.

Nesse tempo da minha vida, com 13 à 14 anos, eu comecei a furtar coisas. Em casa a gente chegou a passar necessidade por um tempo. E eu encontrei no roubo a solução (lamentável). E gastava tudo em Fliperama... Fui pego várias vezes. A vez que mais marcou foi quando eu entrei na salinha de serventes da escola (eu entrava direto pq lá ficavam as coisas que as pessoas esqueciam) e fucei numa bolsa e roubei o salário inteiro de uma faxineira. Descobriram, apanhei (da minha mãe, porque se meu padrasto soubesse eu iria fritar), aprendi e fui parando. Mas ainda sobrava a lembrança: Eu era um nada.

Na época eu tinha dentes muito tortos, aparelho dental era muito caro. E com toda minha “moral” perante os “amigos”, sem a aparência ajudar muito, eu comecei a ir para a casa da minha avó Lúcia (esposa do avô Nelson), porque queria escapar do Eliseu (meu padrasto). Eles já tinham tido meu irmão Nicholas há 3 anos e eu já havia caído um pouco no esquecimento. É normal quando se tem um filho novo, ele precisa de cuidados e tudo mais. Comecei a ser um pouco ouvido, frenquentei por muito tempo o grupo de jovens JUCA em Artur Nogueira, de lá saiu a minha primeira banda, o Hohenzollern. (embora eu cantasse desde o 10 anos na Matriz de Cosmópolis) Isso foi tudo! Agradecia a Deus todos os dias pela banda. Assim chamei um pouco a atenção da galera da minha classe, não existia muitas bandas na época e acabei sendo respeitado. Foi uma revolução...

O tempo foi passando, as surras foram diminuindo, o respeito foi crescendo (muito aos poucos), aconteceu o 1º beijo... E continuava sem pai...

Já tinha 16 anos, bastante afastado da igreja, já havia freqüentado uns 8 retiros e nada, comecei a andar com uma galera da pesada. Virei fã de Metal, descobri o Iron Maiden. Mas não me envolvi nem com bebidas nem com drogas porque tinha medo do meu padrasto. Muito menos com cigarro, eu morria de nojo, os dois em casa fumavam muito (minha mãe parou há muito tempo). Eu aprendi a tocar violão. Esse foi o marco da música na vida. Tanto que repeti de ano na escola de tanto pular o muro pra ficar arranhando as cordas (estava no 1º ano do 2º colegial). Costumo dizer que esse foi o único ano que eu realmente aprendi algo com a escola, o ano que eu bombei. (que não sirva de exemplo, porque não é). Nunca fui bom aluno.

Por incrível que pareça eu não apanhei. Eu já estava mais velho e acho que ele já estava bastante satisfeito. Me mudei para casa da minha avó no ano seguinte: 1997. Comecei a cantar num grupo de oração de bairro, e lá havia uma pregadora muito boa. Era uma mulher de Campinas, seu nome é Darci. Ela foi um anjo para mim em todos os sentidos. Foi ela quem me levou para o retiro que me converti e FOI ELA quem levou minha fita de inscrição para o Rosa. Coincidentemente (ou providentemente) ela é tia do Eduardo Faro. Ela é a grande responsável por eu estar onde estou. Claro que pulei uma grande parte da história, pois a entrada no Rosa foi em 2001.

Desse pulo, o que vale realmente contar? Vale dizer que, larguei tudo que me afastava de Deus, que comecei uma obra maravilhosa com uma comunidade de jovens (Profetas do Amor) e que realmente me sentia realizado. Uma curiosidade: Eu me converti porque não fui suficientemente capaz de beijar uma menina que estava muito a fim de mim. Meu primo foi e pegou meu lugar. Isso foi o estopim. Duas horas depois houve uma Efusão no Espírito e comecei chorar feito louco. Me converti e meu primo se converteu com minhas lágrimas.

O ano era 1998, final de outubro e eu já tinha 17 anos. Tudo ia ótimo, até que um dia recebi uma ligação: Era meu pai verdadeiro, querendo me conhecer. Foi o dia mais feliz da minha vida. Passamos um mês muito, muito bom. Ponto.

Porque, no dia do meu aniversário ele não me ligou, antes do Natal não me ligou. Então no Reveillon, dia 1º de Janeiro de 1999 foi o último dia que eu vi ele e minhas irmãs. Eu fui renegado de novo, agora pelo meu próprio pai. Isso doeu muito, muito. Voltei pra Cosmópolis, minha mãe havia descido para a praia. E eu fiquei numa praça, estagnado, imóvel, até as 5 da manhã... Eu não acreditava naquilo. Foi o pior dia da minha vida e eu não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo.

Após isso, tentei falar com ele muitas vezes, mas nunca mais consegui.

Com Deus ao meu lado (se Deus é por nós...) dei a volta por cima. Fui muito bem sucedido em tudo. No namoro, no trabalho, na comunidade, na família, em tudo...

E entrei no grande propósito da minha vida, o Rosa de Saron. A partir daí a maioria conhece.

Hoje, minha mãe se separou do Eliseu. Ele virara alcólatra e havia se tornado violento com ela e com meu irmão, e ela repleta de razão, se cansou.

Hoje, meu pai, Rogério, que quase morreu de infarto há 3 anos atrás, recebeu uma intimação da justiça. Vai ter que fazer DNA. Eu esperei com a maior das calmas a tempestade toda acabar e agora enfim, eu processo ele, não com ódio ou raiva, muito menos vingança, mas sabendo que existe uma justiça e eu faço questão que ele saiba que o filho que ele está perdendo é legitimamente dele.

Moral da história: Se minha mãe sequer pensasse em aborto (pq não pensou) eu não existiria. Já que eu existo, então essa é minha história: Eu tive tudo nessa vida para ser um marginal, um alcoólatra, no mínimo um cara depressivo.. Mas é como diz a música: Quem me segurou foi Deus com seu amor de Pai. E eu cantei isso por anos.

E a grande lógica: Foi provado por A + B e eu demorei muito pra entender. Deus é o grande, imenso e presente, Pai da minha vida.

domingo, 7 de outubro de 2007

O Mundo

O mundo não é igual, o critério que o mundo usa é para resolver os problemas do mundo.

Os problemas que ele mesmo cria, só pra resolver depois. E a sorte faz parte do mundo, e é rolada num dado. logo você não vai resolver o seu problema, eu não vou resolver o seu problema, o seu problema não vai se resolver. O mundo vai resolver o seu problema.

Se ele julgar necessário pra satisfazer o ego próprio é claro! Daí se eu resolver o seu problema, não foi porque eu quis ou eu consegui, mas porque o mundo quis que seu problema fosse resolvido. Logo você vive para ver o mundo viver, e jogar seu jogo egoista sozinho! Você vive para fazer o mundo feliz sendo parte do jogo dele!

Você não vive, o mundo vive você. O mundo não se enxerga, ele precisa se ver, ele é egoísta lembra?

Como eu disse lá em cima, ele não é igual pra todos! Porque todos não existem. o que existe é o mundo e ele cria objetos para se aparecer. o mundo precisa conversar com ele mesmo, ele usa os diferentes objetos que ele criou pra fazer isso. na verdade o que você está lendo não é eu o lord que teclou, assim como não é você que está lendo. Na verdade é o mundo falando consigo mesmo. Outro exemplo disso é que você foi criado pelo mundo e seus pais nada mais são do que objetos criados pelo mundo que pensa você ter eles vontade própria, mas isso você não pode garantir, porque não pode entrar na mente deles pra ver por dentro como funciona! Então assume-se que o mundo faz você pensar que eles te criaram. mas o mundo usa deles pra conversar com você, ou seja, pra conversar com o próprio mundo.

sábado, 29 de setembro de 2007

Guilherme de Sá


"O cara que canta com todas suas forças, com toda sua sinceridade “Eu não consigo viver sem você”, Deus vem e faz um regaço, e essa é a verdade. O dia que nós soubermos ser sinceros com Deus, não existirá prece sem ser atendida, choro sem ser consolado nem dúvida à ser respondida."
Guilherme de Sá - vocalista do Rosa de Saron

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Música Velha

Nada como uma boa tarde curtindo uma música velha. Trabalhando tranquilamente com seu pc e navegando por fotos antigas nos horários de pausa.
Sempre você liga uma música a uma pessoa! Seja porque ela te passou, te apresentou aquela banda, seja porque é a música que tocou quando se conheceram, a música que vocês gostavam quando saíam juntos, a modinha da época, ou uma música que significa muito para esta pessoa.
As lembranças são indícios de que você viveu! O bom som acústico do violão entrando em seus ouvidos, como se o passado falasse ao seu ouvido. Naquela música você reencontra com aquela pessoa que foi que é muito especial pra você. Você é transportado para aquele local, aquele instante tão maravilhoso que pareceu durar eternidades.
Seja um cinema, um passeio, uma roda de amigos, uma reunião em sala de aula, uma balada... a música recicla as nossas almas.
Maltratar o coração com tristezas não é razão. E sim relembrar de tempos inesquecíveis, trabalhando para tornar os próximos inesquecíveis e sem tristeza.
Super vontade que vem a tona, aquela vontade de ter a pessoa querida por perto, que por motivos mil torna este desejo um sonho, algo muito dificil. As horas vão passando, e você viajando naquela conversa passada, em tantas coisas comuns, mas não sem importância...Encerra-se a tarde e é hora de desligar os equipamentos, a música e voltar para casa, após mais uma tarde de trabalho...