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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Meus contos na RedeRPG

Galera, sempre gostei de escrever. Meu sonho quando era criança, era ter um computador pra eu digitar contos mais rápidos que a mão. Por volta do ano 2000 eu bolei um conto, que mais tarde no primeiro colegial em 2003, eu resolvi reescrevê-lo numa redação feita a pedido de uma professora. Na época ela não aceitou e não avaliou minha redação, dizendo que eu a tinha tirado de um livro. Que não era eu que tinha escrito.
Trabalhei este conto até 2007 onde postei na RedeRPG e há poucos meses tive a possibilidade de terminar de escrevê-lo.

Você podem apreciar a primeira parte da saga neste link: http://www.rederpg.com.br/wp/2011/03/as-facanhas-de-fenrir-parte-i/

sexta-feira, 14 de março de 2008

A MISSÃO DE ZOD II

É com muita alegria que escrevo o segundo conto relativo a Zod. Quanto ao primeiro conto recebi muitas críticas e também a pergunta se a história iria continuar, então depois de mais de um ano apresento a seguir uma continuação para esta história:

“Zod batalhou durante alguns anos nos reinos inimigos e realizou inúmeros prodígios. Recuperou reinos corrompidos pelos inimigos, fortaleceu os que já fraquejavam, fundou muitos outros em meio ao povo disperso e foi aclamado nas novas terras. Se tornou uma personalidade muito querida em todas aquelas terras.

Numa de suas batalhas, Zod salvou a vida de um rei muito sábio, justo e generoso e este como recompensa deu a mão de sua filha, princesa Zafira em casamento. A noiva também se sentiu muito honrada, pois se casaria com um homem de inúmeros predicados, contava para todos a benevolência e carinho do jovem Guerreiro-Rei para com ela e outras pessoas.

O fato é que Zod conseguira instalar a paz e igualdade na maioria das Marcas de seu reino, e Toldor já não era uma ameaça real. Muitos viram todas as aventuras que Zod viveu, comeram junto com ele, construiram com ele a história, mas infelizmente nem todos ficaram até o final.

Faltando poucas semanas para Zod ser glorificado Rei, Zafira que vivia na casa de Helius já não se encontrava amando o guerreiro. O príncipe tinha muito apreço pelo reino de seu pai, e aprendera um código de honra muito rígido. Costumes rígidos demais que o fizera morrer no coração da princesa, dos seus irmãos e afins. Apenas Hélius entendia a grande obra do Valente. Em poucos anos Zafira não fazia mais parte do círculo de Zod.

A grande sabedoria, é que Helius tivera tudo feito segundo a vontade do filho, pois mal sabia a princesa que ao retornar a sua casa, fora preservada de um ataque premeditado do tirano Toldor. Em meio àquele ataque o que restara a Zod e seu pai, foi reconstruir a capital, agora com uma base muito mais sólida. Mas nunca o povo deixara de aclamar Lord Zod e seu pai Helius, já que suas bem-aventuranças eram grandes demais.

Muitos anos depois, o poderoso rei caminhava com sua caravana de súditos para novas terras. Ali ele estabeleceria a nova capital do reino e Hélius daria lugar definitivamente para Zod governar. A caravana levava todo o tesouro que Zod acumulou de suas batalhas em todos estes longos anos desde sua juventude até naqueles dias. O príncipe passara por uma feira de escravos e num deles ali, que estava sendo leiloado no momento da passagem, encontrou Zod muita força e bondade. Ainda que maquiada, pelos maltratos e maldades da qual o escravo fora submetido. Estava fraco, em pedaços, mas ainda podia ser restaurado.

O príncipe ordenou que a caravana parasse. Ele iria participar do leilão!

O que o príncipe não sabia é que Toldor estava disfarçado no meio do povo como um senhor rico, e ele faria de tudo para que o escravo não caísse nas graças da mão do príncipe da paz. O leilão se iniciou!

Vendedor – o lance mínimo são 1000 dinares!


Todos se espantaram, pois o escravo não estava num estado tão bom assim para 1000 dinares.

Senhor feudal – eu cubro a oferta.

Zod – eu pago 5000 dinares!

Naquele momento, o príncipe se dera a conhecer por todos, e muitos se espantavam o porquê de um homem daquele estar disposto a pagar uma quantia tão generosa naquele pobre escravo.

Senhor feudal II – Estou disposto a pagar 20000 dinares, afinal se o príncipe quer é porque aí tem.

Toldor ainda não havia se pronunciado.

Zod – 50000 dinares!

Antes que alguem pudesse clamar algo, já se ouvira o grito de Toldor se pronuniando:

- Eu pago um bau de tesouro nele são 250 mil dinares.

O segundo senhor feudal percebeu que realmente era uma briga de gigantes ficou aguardando aquele desfecho.

Zod – 350000 dinars é o preço!

Vendedor – dou-lhe uma! Dou-lhe duas...

Toldor – 500 mil dinares.

Zod ficara muito triste pois teria que arriscar todo o tesouro que havia juntado, e ao mesmo tempo se espantava pelo tamanho da riqueza de Toldor, mas disse pela ultima vez:

- Eu pago toda a minha riquesa por ele! 01 milhão de dinares de ouro.

Todos começaram a murmurar, afinal o que tinha este escravo pra valer a riqueza do futuro rei?
Toldor saiu gargalhando da loucura que o Lorde fizera.

O escravo fora levado na carruagem do próprio príncipe. Este estava com medo. Não sabia o que o Grão Mestre iria fazer-lhe. O porquê de pagar por sua liberdade. O pavor e a confusão, tomava conta de seu coração e sua mente.

Já muito longe da cidade, no meio da estrada o príncipe ordenou que a carruagem parasse. Ele olhou para o escravo e disse:

- Vai! Estás livre! Pode ir embora, toma o que precisa e vai.

O escravo não entendera nada. Afinal, a troco de quê, ele faria aquilo? Tudo era muito bom para ser verdade. Mas outro grande fato era que o escravo, permanecia naquela condição desde criança e não sabia o que era viver em liberdade, por isso falou:

- Não vou não Senhor! Você pagou uma fortuna e lhe sou grato! Ficarei com o senhor.

O Lord se levanta furioso e incisivo fala:

- Vai embora! Por acaso não posso fazer o que eu quero com meu dinheiro? Eu paguei sim, uma fortuna pela tua liberdade. E por isso te digo, vai e viva ela!

O escravo então saiu assustado. Os servos de Zod lhe dera o que precisara e assim saiu.

Zod partiu para a nova capital, para finalmente tomar posse do trono.

O escravo correu pelos prados, pelas campinas, trilhou os caminhos, não acreditava que estava livre. Aos poucos foi descobrindo o que era ser livre. Ele corria tão rapidamente, tão vigorosamente, mas caía no chão e caía muito. Não estava acostumado ainda com esta liberdade. Se machucava e levantava.

Certo dia Zod lá do alto do monte, se achegou para ver a planície. De lá ele via a alegria do escravo, de lá ele ficava alegre, pois o homem vivia como um humano livre e digno. Percebia também que quando caía o escravo ficava triste. Pois o tombo feria muito.

Num destes dias, no final de tarde o escravo sentado na planície viu o Grão Mestre lá do alto, e pra lá subiu. Lá ele se encontrou com Lord Zod e o abraçou dizendo:

- Mestre... Sei que sua vontade era a de eu conhecer a liberdade. Eu a vivi sim, e sou grato por isso. Mas vejo os seus servos que são tratados tão dignamente como os nobres e lhe digo agora que... na minha liberdade, eu escolho te servir. Sou livre e de minha própria vontade, na minha liberdade, eu escolho ficar contigo.

Zod era muito sentimental, a vida o tornara assim. Ao ouvir aquelas palavras ele o abraçou!”

Escrito por: Lordtiago

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O AGENTE – PARTE 01: O Ataque à Cidade do Aço

Há 12 anos atrás em algum laboratório oculto no continente IronThron, o cientista ‘de Marco’ conversa com a lenda viva:

De Marco – E então Dr. X, você terminou mesmo?

Dr. X – Claro que sim de Marco, ainda não tive tempo de testar em cobaias, mas segundo meus calculos está tudo O.K.

De Marco – É por isso que o “Núcleo” te admira...

Uma auxiliar, talvez farmacêutica ou enfermeira entra neste exato momento dentro da sala interrompendo De Marco e interjeitando ao Dr. X:

- Ele chegou Dr., Ele chegou!

Dr. X – Já falei pra não entrar sem bater, que eu não gosto, aliás, porque ele viria pra cá?

- Houve um acidente, um acidente quando ele chegou aqui, todos te chamam na sala B-12! – exclama a moça num tom que já beira o desespero.

Era como se o Messias tivesse voltado à terra descido do céu, mas com um acidente que o deixara á beira da morte. E um mundo sem “O Cristo” talvez não tivesse sentido...

Minutos depois na sala de cirurgia Dr. X pede a de Marco:

- Traga-me o composto “S”.

- Mas senhor! Tu mesmo o disseste que ainda não testou nas cobaias! Não sabemos os efeitos que podem ser causados a este jovem. – responde de Marco, como se Dr. X um estudioso, uma lenda viva da ciência, tivesse dito a coisa mais idiota do mundo.

Dr. X – a é!? Pois então Dr. De Marco, não traga nada, que ele irá morrer! Tenho que encubá-lo na sala fria! Preciso parar todas as funções vitais dele, para que Ele seja “restaurado”.

De Marco – Não sabemos se a sala fria terá condições de prover uma restauração sem destruir-mos esta vida senhor...

- Sim, foi por isso que eu desenvolvi o composto “S”, o sr. Trará, ou quer que ele morra?...

*************

Doze anos depois, na região portuária da Cidade do Aço, uma cidade costeira conhecida por ser o “Para-Raio” de IronThron, em meio aos guindastes pequenos, grandes e gigantescos sempre trabalhando, empilhadeiras controladas por robôs e poucos humanos mantendo tudo aquilo em ordem, está um rapaz em cadeira de rodas olhando para o horizonte além-mar. Os “estoques” dos metais que já se encontram para fora da empresa, pois ela não os comporta mais, - a Empresa “Máximas”, uma poderosa empresa do “ Núcleo” que faz armamentos e veiculos de transportes para o combate – são estes que estão sendo postos em ordem por todo aquele maquinário. Quilômetros e quilômetros de extensões compõem aquela empresa. Tubulações gigantescas em meio a alicerces igualmente grandes para comportá-las, correm pela cidade levando o Aço em seu estado liquido.

Uma ironia do destino, terem descoberto jazidas de minérios naquela região, justamente onde os ataques da Horda inimiga, tem mais facilidade de penetração. Um local onde os Melhores Agentes atuam o tempo todo. A capital de treinamento de Agentes! - Alí a prática é treinada quase que o tempo todo - Os poucos rios dali já se perderam com a poluição excessiva da fábrica. Mas os minerais são a unica coisa que sobrou ao mundo, digo, a coisa mais importante para a sobrevivência do mundo.

O mar ali não é azul e puro como se conhece hoje no nosso presente. O mar ali é de cor avermelhada, fruto do que o homem fez com a Terra, do que o homem teve de fazer com o planeta. As praias claro, que não são freqüentadas. Há poucos metros da praia, incide uma barreira de proteção magnética, um campo de força criado com a avançada tecnologia, que protege e separa o mundo pútrido externo, do criado artificialmente. O ar não é bom pra se respirar, por isso o Homem teve que inventar um purificador, algo que devolvesse o ar em condições à sua sobrevivência. Não sei se pode ser chamado de natural isso, talvez seja artificial sei lá. Mas como ia dizendo, por trás daquela barreira, vê-se arvores, o que dá a impressão de ser um bosque. Claro que foram tudo outrora fora criado em laboratório. O suficiente para tornar este novo mundo, um pouco normal.

O Homem chegou num estado que pode criar qualquer coisa. Só não tão perfeita e duradoura como Deus. Ele cria a si mesmo, só não o faz, porque até hoje só conseguiu clones imprestáveis. Eles precisam de criaturas de Deus para ter uma chance. Outra coisa que o Homem não consegue criar nestes dias, é a paz e felicidade própria.

A vida que antes era um jogo, tornou-se jogo de poder. Aliás, de um lado jogo de poder, do outro sobrevivência. Agora o “Núcleo” está pagando por tudo. O Homem está pagando por sua mesquinhês, porque a Horda fica cada vez mais inteligente, e o Homem parece ter-se estagnado.

O fato é que o jovem de cadeira de rodas, fora guiado até a margem de proteção, por um senhor com aparência de uns 54 anos não menos. Os poucos gestos e esboços de fala que o jovem conseguia transmitir e se fazer entender era isso, que ele gostava de ver o mar, e o bosque. Daquela vista de cima, do morro das Pedras onde se via a praia lá em baixo e mais a esquerda o bosque. A direita se via a Empresa Máximas. Os humanos já perderam as esperanças de olhar pro mar a espera de um navio, que chegasse com a salvação. O povo cansou de prostrar-se em terra de joelhos, com as mãos voltadas para o céu pedindo a salvação a Deus. Alguns fatos até fazem-se acreditar que este é o novo flagelo de Deus enviado desde 2007 até hoje em 2031. Isso, só Deus sabe. Mas o jovem mesmo incapacitado, gostava de ver. A pedra que ficavam todas as tardes, o senhor e o jovem, ela fica entre dois enormes faróis, na verdade Torres de Vigia construidas a fim de pararem um primeiro ataque da Horda em caso de invasão.

Um outro senhor se aproxima e pergunta:

- E o menino?

O que cuida do jovem responde cordialmente:

- Aparentemente na mesma, mas sinto que interiormente ele já está melhor. Apresenta emoções, parece que ele compreende o mundo que o cerca já. Creio que se recupere em poucos meses.

- Josh! É este o seu nome não é senhor? – o jovem que outrora dias passados, olhava fixamente numa direção só, com poucos sinais de expressão, agora se vira e pergunta pro senhor que o acompanhava nestes passeios.

As enfermeiras e fisioterapeutas recomendavam sempre estes passeios para desenvolvimento e estímulo dos pacientes. E parece que funcionou. Os dois senhores ficam emocionados com aquele gesto do garoto, um sinal de felicidade resplandeciam sobre suas faces como se presenciassem um milagre feito pelo próprio Nazareno.

Um dos senhores saiu pra contar as boas novas e Joshi respondeu ao jovem:

- Sim menino, sou eu sim!

- Eu sei de tudo que se passa viu, ouvia tudo nestes ultimos seis meses, só não conseguia me comunicar direito. Eu vejo a aflição das pessoas, parecem que vivem sempre preocupadas, com cargas de extresse ainda maiores do que eu via antes do meu acidente. A propósito, o que aconteceu após ele? Quanto tempo se passou? Este mundo está diferente, após a praia o céu é escuro num tom frio, sem vida. – o garoto começa a interrogar Josh.

- Não tenho ordens para lhe responder tudo isso, mas saiba que todos esperavam sua recuperação. Você é muito importante para nós viu! – responde o liso Josh se esquivando do menino.

- Estranho, tenho a sensação de não ter sido querido há tempos atrás. De ter sido rejeitado, mas não me lembro...Talvez isso tenha a ver com meu acidente...Ai! Minha cabeça dói. – o garoto que pensava, se recolhe na cadeira passando muito mal.

O velho nem teve tempo de ver o garoto pois logo avista navios chegando as terras. Tinham velas negras e gargalhadas diabólicas se ouviam do interior deles. Logo a sirene de “salvem-se quem puder” é acionada no farol e tudo vira um caos! Os mecânicos correndo, máquinas deixadas para trás, o pouco de povo lá atrás mais para o centro da cidade já se preparando para o pior, ou melhor, fugindo desesperados, tudo aquilo acontecera de repente.

Os faróis de proteção lançam contra as naus, raios eletromagnéticos e conseguem parar umas duas. Vinham mais três atrás das vencidas e sabe-se lá quantas outras mais chegando a Baía.

As que vinham de trás lançam raios semelhantes, tiros com muita pressão e poder de estrago que destrói um dos faróis fazendo seus escombros cairem por todo o local e derrubando estruturas metálicas da Empresa Maximas, que acaba por desencadear um efeito dominó quebrando tudo!

Quando o pobre velho tentava processar tanta informação, os escombros cairam sobre eles. Teriam sido mortos. Os dois. Mas milagrosamente o jovem levanta da cadeira de rodas e se joga em cima do velho derrubando-os a alguns poucos metros de onde estavam. Os alicerces cairam em torno deles e não os taparam. Parece que o jovem tinha se recuperado da dor de cabeça, pré-visualizado o que iria acontecer, e calculado milimetricamente uma área de não risco, para que ficassem a salvo das primeiras quedas de escombros. Nenhum humano normal faria aquilo naquela velocidade.

Após prometer trazer ajuda o jovem sai desbaratinado pela cidade a procura de ajuda. Ninguem podia nem se ajudar, quanto mais ajudá-lo. Ele encontrou um abrigo militar, donde todos tentavam acessá-lo pois era um lugar a se estar a salvo. Mas homens e mulheres em trajes pretos, estas ultimas em ternos executivos, barravam a entrada das pessoas priorizando mulheres e crianças ou pessoas “certas”. No desespero ele se achegou e tentava entrar quando a mulher o olha e interroga:

- Seu número de “id”.

O jovem nem sabia do que se tratava, mas numa vislumbrada ao seu redor, vira que todas as pessoas usavam um crachá dizendo, algo como a profissão e um número. Percebeu que os homens de preto se identificavam como “Agente” e embaixo apresentavam 4 números. Ele julgou que o “id” seria o número e nome contidos no crachá, mas ele bem sabia que era o unico sem esta identificação, então chutou torcendo para todos os santos que dê certo:

- 1018 – diz o jovem com voz tremida.

- Ah! É você mesmo? O Agente 1018? Entre, vá para a fila especial, eles te darão tratamento pra combater.

Que diabos era aquilo? Pensava o garoto. Agente? O que quer que tenha significado isso tudo, dera certo. O jovem conseguiu entrar e ficar a salvo. Mas peraí...combater? O que será que ele arrumou pra sua cabeça.

Na fila especial, está vários homens de pretos, os tais Agentes, que o vêem, parecem reconhecer e sorrindo chegam até ele dando uma farda preta, com coturno, boné e mais alguns acessórios e dizem: pode vestir isto aqui. Devemos nos diferenciar dos civis, pois somos referência.

Mal dá tempo do muleque se vestir, e já o dão seu crachá escrito: Agente – 1018.

Ele era Agente e não sabia...

Fim - Primeira Parte.

Continua...

domingo, 27 de janeiro de 2008

O AGENTE - PARTE INTRODUTÓRIA

Finalmente meu sonho de publicar O Agente está se tornando realidade. Esta introdução e as duas primeiras partes já estão formatadas só na agulha pra publicação como o prometido.
Quanto aos Partness, não foi possível eu continuá-lo por questões de prioridades...
Assim como Gregor foi suspenso por tempo indeterminado tbm...
Como vêem amigos, não estou cumprindo a cota de um post por semana, mas tentarei por a casa em ordem o mais breve possível =]
A boa notícia é que RPG e Informática voltam contudo neste fevereiro!

Agora com vocês minha visão do que será O Agente:

O Agente, visão do autor: Pra mim O Agente, será algo inspirado no Matrix! Acho legal aqueles homens de terno preto e óculos escuros, tal qual aparecem no filme. Do ponto de vista do enredo, também é algo muito filosófico, profundo, bem estudado e bem escrito, O Agente tentará passar este clima, mas sobre um estigma totalmente diferente. Será um mistério inteligente, a ser desvendado por mim e pelos leitores aos poucos.
Nas tramas tentarei passar o máximo possível do psicológico dos personagens, transformando em pessoas o mais próximos do cotidiano, e não só, peças vazias, como vemos em muitos contos...
O conto será na medidada do possível maleável, podendo ser contado com a ajuda de todos vocês internautas e amigos. A opinião e teorias que serão montadas ao desenrolar da história poderá ser usada por mim. Mas quando e como, isso também é um mistério.

Abaixo a Sinopse e a chamada introdutória do conto, espero que tenham gostado =]

Parte Introdutória

“Sou um homem nu. Não tenho sonhos. Perdi as esperanças quando cheguei nesta ilha. E não sou pessimista como as pessoas do continente povoado. Os pessimistas do continente povoado também tem sonhos. Também fervem em esperanças. Eles esperam pelo pior. Eu não espero pelo pior, nem pelo melhor, nem por nada. Não tenho mais esperança. Tive que me despir da esperança para poder pisar aqui. Tive que me despir do passado e do futuro, de tudo que conhecia, até de mim mesmo. Agora não tenho mais nada. Só este vazio que é minha fé.”
Agente 1018


Sinopse


O Agente conta a história de um misterioso homem que acorda sem lembrar de absolutamente nada, numa terra muito estranha. Todos vêem neste homem a esperança, um herói que pode fazer todo o futuro ficar diferente! Bem, mais pra isso ele deve “despertar”, pois está num mórbido estado. Quando isso finalmente acontece, tudo fica ainda mais confuso, e agora está o Agente para proteger sua terra e tentar lembrar o que aconteceu com sua memória, além de entender o que aconteceu com sua querida Terra que está um caos!...


sábado, 17 de novembro de 2007

CRÔNICAS DE AVALON: Uma Crônica de Trevas - Parte 01: O Castelo Gregor

Alioth e seu fiel amigo Marco Soprano se dirigem com atraso para a cidade de Gregor (Merian), pois eles tiveram de voltar para levar seus caixões. Pois agora, com a maldição do vampirismo, precisam destes para recuperarem suas forças. No caminho percebem que há algo de muito errado. Outrora haviam passado naquele lugar, e ido para a mesma cidade muitas vezes, mas a paisagem atualmente está muito mudada. Inclusive a estrada de terra que ia para a cidade de Merian simplesmente sumiu, e no caminho uma enorme floresta se abre.
É simplesmente algo além da imaginação, inexplicável. Na encruzilhada só encontram placas referentes a cidade de Sorviodunun e o mosteiro de Geno, cada qual em pontos cardeais opostos. Era um pouco mais da décima segunda hora do dia, quando uma névoa lentamente sobe. Algo misterioso, mágico? Talvez. Mas bem sabem que aqueles territórios são adjacentes à floresta de Avalon, onde as brumas levam os humanos escolhidos a conhecerem a ilha de mesmo nome. Onde a senhora do Lago e líder dos cultos antigos venerados a Deusa, habita. Viviane a Senhora de Avalon.
Na cidade de Merian, domínios de Yan Gregor, os aventureiros que se encontram lá decidem separar-se para investigar. A assassina Mione vai sozinho aos ermos da cidade afim de encontrar alguma passagem que dê direto ao castelo. Os cavaleiros Uthred e Frederick partem para um lado da cidade no intuito de encontrar algum morador que possa prestar mais informações sobre o local e também esperar os amigos Soprano e Alioth que estão a caminho.
Northan e Alberick decidem ir ao caminho oposto, mas todos estavam de comum acordo, a entrar no castelo ao anoitecer e libertar de uma vez por todas Lisa Gregor.
Northan o Arquidruida de Logres bem lembrava das palavras dos aldeões na cidade vizinha. Eles haviam ido procurar o filho do senhor do feudo Calrissian, Alioth para rogar ajuda. De Northan ouvira todas as palavras daqueles homens... e isso vinha forte em sua mente neste momento. As palavras eram +/- assim:
"Yan tomou posse das terras,primeiro ele expulsou nossos filhos que faziam a proteção da fazenda e os colocou para trabalhar na terra como nós, e no lugar de nosso filhos ele pôs mercenários, que nos tratam como escravos, e nos humilham sempre que possível. Yan faz contribuições generosas para a igreja, e está finge não ver e nem saber de nada. Yan ainda escolhe uma mulher em nossa pequena vila para viver como amante dele, não importa se ela é casada, noiva ou mesmo uma menina, ele simplesmente a escolhe, se a mulher aceita, ela leva uma vida de rainha por um tempo, se não ela e a família é castigada com dezenas de chicotadas. Ele possui um quarto que serve como um depósito, ele não as devolve para nós quando enjoa
delas ele simplesmente as joga lá, nuas ou com pouca roupa, lá elas são violentadas quase que diariamente,
são presas em correntes, ou em antigos aparelhos de tortura e ficam totalmente impossibilitadas de reagir ou
tentar fugir, mas o pior é quando uma delas engravida, e quando não dá mais para esconder sabe-se que ele
pessoalmente chuta a barriga delas para que a criança morra, muitas mulheres já morreram assim, e as que
sobrevive a isto, continua a ser violentada."
Lisa Gregor também se encontrava neste quarto agora, sofrendo os mesmos horrores que as outras mulheres.
Enquanto caminhavam, uma coisa estranha acontece na cidade. Northan e Alberick ficam surpresos com aquele cena inexplicável...
Continua...

domingo, 4 de novembro de 2007

CRÔNICAS DE AVALON: Uma Crônica de Trevas - Parte 00: Introdução

Ano 524, baixa idade média. Onde as cidades viviam isoladas. Onde sair para além das proteções das cidades era sinônimo de um destino incerto. Onde mesmo existindo reinos. A referência era mais local, do que global. Onde as leis eram rígidas e bárbaras. Até mesmo os mercadores evitam certas rotas. A notícia demora para correr por estas terras. Se uma cidade for atacada, outra só saberá quando for tarde demais.
Assim é a Bretanha. Uma terra que está entre os limites do real e da fantástica terra das fadas. Onde o véu onírico separa a realidade trazida pelos padres romanos, e Avalon.

Os monstros não podem tocar a Bretanha, estão isolados nos ermos da terra, onde o novo homem ainda não a tocou. Mas eles podem viver em paz nas terras de Avalon. O problema é que Avalon não é essencialmente bom. A ilha de Avalon acredita-se ser um local seguro, onde a dama do Lago habita. Mas e suas ligações? Suas outras partes?

A verdade apresenta muitas facetas. E um dia A vontade humana pode fazer voltar Avalon, mas de acordo com a vontade humana, como sempre foi.

E se ela almejar destruição? Avalon pode se tornar não um conto de fadas, mas um conto de bruxas.

Algumas personalidades mergulharam neste mundo. Por coincidência? Muita coisa não acontece por coincidência, mas a partir dos teus feitos no passado.

Frederick, um ranger conhecido por muitos como andarilhos. Eles conhecem as florestas e locais hostis da Bretanha como se tivessem um mapa mental. Muitas vezes são utilizados como batedores, mensageiros, emissários, guias. Seria relativamente uma vida tranquila, se seu destino não tivesse reservado a ele voltar para sua terra natal e o obrigado a servir sua Rainha Morgana Le Fey e o Rei Uriens. Como homem muito forte, fez uma prova e foi selecionado para constituir a nova Távola Redonda de Arthur, visto que muitos cavaleiros morreram na busca do Cálice Sagrado, unica coisa capaz de libertar o Grande Rei do mal que o assolou.


Alberick um saxão, vindo de um povo que não tem prestigio nenhum naquelas terras. Escravizados pelos Bretões, que inverteram sua condição de dominados para dominadores. Alberick serviu lealmente a guarda de Mordred, e ganhou a chance de se tornar Cavaleiro da Távola Redonda, provando sua lealdade e capacidade ao Grande Reino. Ele conseguiu.


Uthred o Nórdico, este veio das terras geladas não só a procura de dinheiro e riquezas, mas por uma visão de uma pessoa que lhe fora revelada por informações obtidas tempos depois, como a própria Viviane a Senhora do Lago. Por no fundo ter um coração puro, ser leal e esforçado também fora chamado para compor a nova Távola.

Alioth Calrissian, filho de um senhor feudal jovem sedutor. Infelizmente foi seduzido e como castigo teve que aprender a conviver com sua nova condição, na prática do vampirismo. Logo descobriu que é diferente dos outros vampiros, não sendo aterrorizado pelos males de estacas e luz, mas pertendo muitas habilidades que um vampiro puro teria. Juntamente com seu amigo, valoroso combatente que lutou até o final mas não escapou de igual final, esperam conseguir uma forma de reverter esta situação.

Mione Granger, jovem assassina teve um caso com Alioth no passado e chegou a segui-lo por loucas aventuras na Bretanha. Mas numa desventura foi abandonada, quando todos pensaram que ela tinha morrido. Ela sobreviveu e com novos amigos aprendeu técnicas de combates rápidos e mortais, se tornando uma assassina.

Northan o Arquidruida, senhor dos cultos antigos no reino de Logres. Substituto da função de Merlin, é amigo de todos os jovens descritos acima e achou que poderia ajudar um grupo de camponeses.
Todos estes tem algumas coisas em comum. Eles se conhecem, foram amigos de aventuras no passado. E participaram de uma missão de resgate enganando Yan Gregor.

Gregor Yan (também chamado assim, ou Van Gregor) é dono do feudo Gregor, erguido sobre uma fazenda que ganhara num jogo de azar de Merian. Homem vingativo e rico, era amigo de Alioth um cara muito mais jovem, mas que se envolveu com sua esposa. A filha de Gregor acabou se envolvendo nesta história e para impedir trauma maior, Alioth a liberta de um destino rude no Mosteiro de Geno, onde assumiria a culpa pelos atos de sua mãe e Alioth. O Calrissian despertou mais ainda a fúria de Gregor.

Infelizmente quem pagou muito caro por isso foi a própria Lisa, esposa de Van Gregor. Após muito tempo e a pedido de misteriosos camponeses, Alioth o Calrissian resolve reunir seus antigos amigos e irem para libertar o povo e o feudo das mãos do tirano.
Mione decide ir matar Gregor para ganhar uma boa recompensa, mas só, pois ainda sente-se traída pelos antigos amigos.

Alioth e seu amigo Marco tiveram contratempos, pelas limitações vampirescas e foram muito atrás em relação ao grupo.

Dentro do feudo Gregor Mione reencontra os antigos parceiros e eles descobrem que estão sendo observados e alguém sabe que eles já chegaram. Fenômenos sobrenaturais estranhos acontecem. Não demorarão a perceber que esta não é uma simples missão de resgate.
E vocês? Também entrarão no Feudo Gregor, para saber como acaba isto tudo?

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A MISSÃO DE ZOD


O primeiro conto do meu blog, autoria própria confiram aí galera:


A MISSÃO DE ZOD

Uma vez, num reino muito distante há muito tempo atrás. Numa terra de castelos e reinos, onde os monarcas governavam os seus feudos. Onde os lordes e senhores prestam seus exércitos perante o rei maior. Ali era o maior reino.

São dois os reis mais fortes perante aquela terra. O primeiro governa desde os picos das montanhas altas, até os pontos mais baixos dos planaltos. O segundo governava todas as planícies, vales e as profundezas de mares. Pelo menos estas eram as faixas predominantes. Um ou outro vale era governado pelo primeiro rei, assim como algumas montanhas e colinas, pertenciam ao segundo.

O primeiro rei se chamava Julian, governava com sabedoria e com igualdade. Embora seu regime fosse de Monarquia, era justo e aplicava bem os impostos dos cidadãos. Todos os plebeus se sentiam acolhidos no reino do mestre Julian. Claro que ali no centro do reino tudo funcionava perfeitamente. Mas como já foi dito o reino é grande e da metade dos condados até as marcas, as coisas não funcionavam tão perfeitamente assim. Julian nomeara muitos Condes, Arquiduques, Duques e Marqueses para governar suas vastas terras e o representar. Mas nem todos assim o faziam.

O segundo maior rei, governava pela opressão. Seu nome era Toldor. Ele tinha muitos filhos que governavam grandes faixas de sua terra com igual fervor. Naquele reino os povos sofriam muito, mas a lei era o poder. Ali, com artimanhas e truques, você poderia ocupar altos postos e se tornar um bom líder. Por isso muitos continuavam ali. Pela falsa esperança de um dia se tornar um soberano.

Julian já era de idade avançada e estava emérito de seu cargo. Todos os demais reis prostravam-se diante dele, e reconheciam o teu poder. Inclusive alguns dizem que Toldor era filho de Julian e se voltou contra o pai, formando o segundo maior reino. Toldor na verdade era o segundo filho, o primeiro é o atual rei Hélius atual governante e representante de Julian em seu reino.

Toldor se volta contra Julian por ciúmes de Hélius e declara guerra ao pai. Acaba formando um grande reino com os soldados mais poderosos de toda a Terra. A primeira batalha contra Julian foi perdida, graças ao maior número de soldados do mesmo. Hélius conseguiu render seu irmão e o expulsou para um lugar muito longe.

Acredita-se que Julian tem muitos séculos de vida e ainda tem certo vigor, embora deixou seu reino nas mãos de seu filho Hélius que plebeus dizem ter um pouco mais de um século, com aparência de 60 anos.

Hélius é um homem de 77 filhos. Um deles é Zod. Este é um dos mais novos. A casa de Hélius é muito grande e lá há muitos dormitórios. Até os servos são tratados com igual respeito. A riqueza e abundância de recursos se mostravam lógicas.

Zod é uma pessoa de muitos medos, mas desde cedo aprendeu a minimizar suas fraquezas e maximizar suas qualidades. Sendo aparentemente um homem perfeito. Era um guerreiro confiante, e isso muitas vezes pesava negativamente. Acontecesse que sua personalidade era muito forte e bateu de frente com seu pai por várias vezes. Na última delas, os dois brigaram feio e Zod pegou suas coisas e se retirou, para viver como guerreiro errante.

Zod era um jovem sonhador. Ele pensava dar a volta por cima e construir sua vida sem depender do pai. Para isso ele precisaria se tornar um bom cavaleiro e investiu seu tempo em treinamentos. Vários grandes mestres da arte da guerra o ensinaram sem cobrar nada, visto que ele era filho do rei. De fato se tornou um cavaleiro excepcional e seu nome foi falado ao pai. Mas em troca do rígido treinamento e de técnicas mais apuradas de guerra, ele teve que deixar de lado, muito dos ensinamentos ensinados na casa do pai.

Zod tinha muitos amigos e muitas riquezas. Eles bebiam juntos, se divertiam juntos e lutavam juntos. Ganharam muitas batalhas e fizeram muitas coisas boas. Descansou na grande árvore até os demais companheiros chegarem para partirem para mais aventuras. Foram sim momentos felizes, mas que se foram juntamente com o ouro e os amigos.

O jovem guerreiro era muito orgulhoso. Mesmo sem os amigos e recursos ele continuou a combater sozinho e a ajudar as pessoas. Ele conheceu quão cruel era a vida do povo nos limites do reino longe da casa de seu pai.

Um dia ele caiu na miséria e perdera toda a dignidade. Não era mais conhecido como filho do Rei. Ele já estava arrependido da briga com o pai e não guardava mais mágoa. O pai também já tinha perdoado o filho em seu coração e já sentia muita saudade. Mas Zod tinha vergonha de voltar à casa do pai, e lhe pedir perdão e também tinha medo de que o pai não lhe perdoasse, e tentou se reerguer sozinho.

O garoto era cheio de fibra e garra, puxara o pai. Além de tudo era um nobre. Ele conseguiu seguir sua vida. Caiu muitas vezes em duelo diante de guerreiros mais fortes, mas ele sempre procurou levantar-se. Até que numa de suas derrotas, estava ele na miséria, trabalhando para um fazendeiro para levantar algum recurso para continuar sua vida.

Num daqueles dias de trabalho duro, o sol não perdoava a ninguém e Zod passou mal caindo na fazenda. O fazendeiro cuidou dele, até o jovem se reabilitar e o perguntou:

- Por que não escreves ao teu pai? Esta não é vida para você meu lorde.

- É isto que vou fazer. Escreverei ao meu pai. Ele há de me aceitar, mesmo que seja para trabalhar como um escravo.

E foi isto que lorde Zod fez. Ele escreveu uma carta ao pai, dizendo que estava arrependido e queria o seu perdão. Que estava disposto a voltar e só queria estar junto dele se ele o aceitasse de volta e esquecesse o passado. Ele marcou um dia na carta para encontrar seu pai, mas estava com medo. Não sabia se o pai de fato o perdoaria e o aceitaria de volta. Então ele explicitou na carta:

- Se o senhor me perdoa, coloque uma fita vermelha no grande carvalho que fica em frente ao seu palácio, que assim saberei e entrarei em sua morada.

Este era o acordo. Se quando chegasse não encontrasse a fita no carvalho, significa que não estava perdoado e nem se atreveria a bater na mansão. Passaram-se os dias e o jovem estava impaciente e aflito. No dia marcado ele estava receoso em voltar a sua cidade, mas uma pessoa o ajudou e o levou até lá.

Chegando lá caminhou em direção a sua casa, e quão grande foi sua surpresa ao ver que desde a esquina, por toda a rua, até o grande carvalho, estava tudo decorado com fitas vermelhas. Zod naquele momento correu em direção a casa de Hélius seu pai. Um pouco antes de chegar ao portão, viu seu avô Julian, que ao ver seu neto, saiu ao seu encontro e lhe deu um forte abraço. O guerreiro continuou e viu seu pai esperando na porta de casa. E nem precisou entrar na morada para receber o abraço de perdão. A reconciliação se fez.

Foi um dia de grande festa e todos no palácio estavam felizes. Zod chorava de emoção, pois não imaginava que seria tão simples e tão bom voltar a falar com Hélius seu pai. Seu pai o disse:

- Nada mais importa filho meu, pois meu amor por você é maior que tudo.

Caiu a noite e Zod percebeu que alguns de seus irmãos não estavam em casa e foi perguntar a seu pai, o motivo da ausência. E o Rei Hélius respondeu:

- Meu filho, a verdade é que te dei grande festa e te estou reabilitando agora te dando novas e mais poderosas armaduras, cavalo e escudos, juntamente com novas armas é claro. Por que estamos sem tempo e algumas Marcas (faixa de terra governada pelos marqueses, nas divisas dos reinos) já caíram e a tropa de Toldor se aproxima. Alguns de seus irmãos foram combater com suas tropas em meu nome e também tentar salvar os plebeus, mas toda a ajuda é necessária. Por isso que te recruto de ultima hora para ajudar seus irmãos e o povo, pois não há mais tempo e precisamos vencer esta guerra. Sei que você descansou poucas horas, mas te confio esta missão em suas mãos.

O filho logo se aprontou e antes da metade da noite, já estava em ordem de batalha. Ele beijou o pai, pediu a benção a Julian, pegou suas armas e saiu, em combate pelo seu pai, seu reino e seus irmãos, bem como por todas as pessoas que viviam na Marca.



Vocês acham que esta história deve continuar??? Uma coisa é certa, Zod passou por muita coisa depois disso

Continua...

Escrito por: Lordtiago